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Via Atlântica

A Revista Via Atlântica, publicação semestral do Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo, tem por objetivo levar aos estudiosos, do Brasil e do Exterior, resultados de investigações desenvolvidas por especialistas nas áreas de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Literatura Comparada, Literatura Infantil e Juvenil, Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e de outras literaturas e culturas  que se expressam em português. Faz parte ainda do escopo da Via Atlântica a publicação de artigos que tratem das relações interdisciplinares da Literatura com outras Linguagens e com outras Formas do Saber. A publicação abrange, além de um Dossiê temático, outros trabalhos inéditos sob a forma de Ensaios, Artigos, Entrevistas e Resenhas de livros de interesse para os Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e áreas correlatas. A revista Via Atlântica está inserida na área temática de Outras Literaturas Vernáculas, conforme tabela de áreas do conhecimento do CNPq (8.02.07.00-6).


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  • ISSN: 1516-5159 (nºs 1-24, impresso, printed)
  • ISSN: 2317-8086 (OJS)
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  • Indexado em:

    

   

     

 

   

       

  

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Notícias

 

CHAMADA DE ARTIGOS / CALL FOR PAPERS: Dossiê 33: Queerizar o cânone luso-afro-brasileiro

 

Entre 2015 e 2017, três colóquios internacionais denominados «Queering luso-afro-brazilian studies», ocorridos na França, Suécia e Reino Unido, propuseram uma revisão radical dos cânones da Língua Portuguesa com leituras inéditas ou revisões de manifestações culturais canônicas (des) orientadas pela Teoria Queer. Neste volume, pretende-se assim queerizar obras e seus criadores canónicos, ou ainda ressuscitar @s esquecid@s e outr@s minoritári@s, sem «nenhum critério preconcebido, temática explícita ou biografia de autor, preferindo à celebração de uma diferença a insinuação de uma dúvida constante, a erosão insaciável, lúdica e política, das fronteiras convencionais entre homo e hetero.» (CUSSET, 2002, p. 9-10).

Linhas propostas

  1. Manifestações do “gender trouble”.
  2. Leituras queer de textos literários ou produções artísticas canónicas.
  3. Análise das “tecnologias do género” em textos e produções artísticas.
  4. Novas formas de identidades de género e desconstrução dos papéis de género.
  5. O kitsch, o camp, o queer, o melodrama, a “arte bicha e butch”, o excesso, a subversão.
  6. Modos de vida e/ou olhares limítrofes (bordlines).
 
Publicado: 2017-07-10 Mais...
 
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n. 30 (2016)


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