Caminhos das águas, caminhos de terra
trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais
DOI:
https://doi.org/10.1590/1982-02672018v26e16Palabras clave:
Cartografia seiscentista, Formação territorial de Alagoas, Caminhos, Iconografia holandesaResumen
No período colonial, as terras denominadas Alagoas inicialmente pertenciam à capitania de Pernambuco. Contudo, sinais da sua geografia já são encontrados nos primeiros mapas que representam o Brasil. Através da cartografia portuguesa da família Albernaz e, depois, da extensa produção holandesa, pode-se acompanhar como a região vai sendo desenhada – a princípio pela marcação dos acidentes geográficos, em especial os rios, mas depois pela identificação de vilas, caminhos e engenhos. Na série aqui analisada destaca-se a carta Brasiliae Geographica et Hidrographica Tabula Nova..., habilmente produzida por George Marcgraf, o mais importante documento cartográfico seiscentista, realizado no período do denominado Brasil holandês. Somam-se a ele as vistas de Frans Post, que permitem tratar das três primeiras vilas fundadas na região. Entre os pontos que se observam estão os caminhos. Inicialmente hidrográficos, depois passam a ser recortados terras adentro. Comparando-se esse antigo material cartográfico com o atual, pode-se comprovar que algumas dessas trilhas, hoje assumindo a proporção de rodovias, chegam até os dias de hoje. Território identificado pelas marcas lagunares, a análise sobre Alagoas finaliza-se com o estudo das suas três vilas iniciais seguido de apontamentos sobre a capital, Maceió, conduzidos a partir do mapa mais antigo da cidade até agora encontrado, produzido no século XVIII, no qual novamente salientam-se as águas e os caminhos
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